Descubra os melhores locais para comer e se divertir na região do Flamengo

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Diversão, cultura e boa gastronomia. Morar no bairro do Flamengo é ser privilegiado com muitas opções de lazer. São bares, restaurantes e locais históricos que merecem a sua atenção e a sua visita. Antes de sair de casa, confira os melhores locais para comer e se divertir na região do Flamengo:

Gastronomia

Café Lamas

Com 143 anos de tradição, o restaurante é famoso por oferecer o melhor filé mignon do Rio de Janeiro. O local já foi, inclusive, citado em músicas como “Rio Antigo”, interpretada pela cantora Alcione, além de ter sido inspiração para o livro “Salvador Janta no Lamas”, de Victor Giudice. O Café Lamas tem cardápio variado e pratos promocionais.

Churrascaria Majórica

Fundada em 1961 pelos irmãos Francisco e Bartolomeu Bou, seu nome foi inspirado na bela ilha de Mallorca, na Espanha, pátria de ambos. O segredo do sucesso da casa é a união entre o churrasco a la carte e os pratos da cozinha mediterrânea. Nos finais de semana é certo encontrar filas na porta da Churrascaria Majórica e a espera é recompensada pelos deliciosos pratos. O local é um dos símbolos da região do Flamengo.

Bistrô BS (Casa Julieta de Serpa)

O espaço investe em uma gastronomia contemporânea com toque carioca, a preços acessíveis e com serviço personalizado. Vale a visita por estar dentro da Casa Julieta de Serpa. Gastronomia e arte em um só local.

Julieta & Bar Restaurante (Casa Julieta de Serpa)

Outra pedida dentro da Casa Julieta de Serpa que merece atenção. De culinária contemporânea, sem deixar de lado a brasilidade, a casa oferece a qualidade e o requinte dos melhores restaurantes europeus. Enquanto almoça, janta ou degusta um chá, aproveite para apreciar a arquitetura e as obras de arte que decoram o local.

Bar do Elias

Inaugurado em 2017, o local já é um sucesso no bairro, com filas na porta quase todos os dias. A casa de culinária árabe, fundada em 1993, funciona para almoço, com serviço a quilo, e também dá expediente noturno, com variedade de petiscos, chopes e cervejas. Esta foi a primeira unidade da rede na Zona Sul.

Bar Belmonte

É muito comum encontrar pessoas tomando um chope do lado de fora ou até mesmo do outro lado da rua, em frente ao bar, por causa da lotação da casa. E ninguém fica chateado com isso porque o importante é beber um chope bem gelado ou uma caipirinha caprichada no Belmonte. Para acompanhar, petiscos de dar água na boca como as empadas abertas de carne seca ou o filé aperitivo.

Planalto do Chopp

Saiu do Aterro do Flamengo com a família e não sabe aonde almoçar? A dica é faturar os pratos bem servidos do Planalto do Chopp. O ambiente é descontraído e, no cardápio, estão opções de aves, carnes, frutos do mar e pizzas que podem ser acompanhadas por um chope gelado. Atenção: desconfie quando o garçom disser que o prato serve para duas pessoas. Com certeza dará para quatro e assim por diante. A casa é conhecida pela fartura.

Adega Portugália

Local ideal para comer pratos como cabrito à moda da casa ou costela no bafo. Se for para tomar um chope rápido no balcão, peça o bolinho de bacalhau que está sempre quentinho e fresquinho.

Rotisseria Sírio Libaneza (Largo do Machado)

Lanchinho rápido? Esfilha da Galeria Condor. Saiu do colégio e está com fome? Quibe da Galeria Condor. Tudo é motivo para experimentar os quitutes árabes da Rotisseria Sírio Libaneza. É uma tradição passada de geração para geração. Além das opções salgadas, prove os doces como o belewa, doce sírio de massa folhada com castanhas.

Bares da Praça São Salvador

Esta dica reúne bares, artesanato e muita música. A Praça São Salvador já é um reduto tradicional do bairro, reunindo várias tribos em busca de diversão. E tudo é bem variado mesmo: há botequins espalhados, restaurante japonês (Sushimar), barracas de artesanato e o movimento fica ainda mais animado com grupos de samba e chorinho. Uma reforma realizada na área permitiu aproveitar o coreto, o parquinho infantil e as muretas.

Cultura e lazer

Palácio do Catete/Museu da República

O Palácio Nova Friburgo, atual Palácio do Catete, construído entre 1858 e 1867 pelo comerciante e fazendeiro de café Antônio Clemente Pinto, Barão de Nova Friburgo, consagrou-se como um monumento de grande importância histórica, arquitetônica e artística. Construído no Rio de Janeiro, na então capital imperial, tornou-se símbolo do poder econômico da elite cafeicultora. Em 18 de abril de 1896, durante o mandato do presidente Prudente de Moraes, à época exercido em caráter interino pelo vice Manuel Vitorino, o Palácio foi adquirido pelo governo federal para sediar a Presidência da República. O local foi palco de intensas articulações políticas e de casos de grande comoção nacional como o velório do presidente Afonso Pena, em 1909, e o suicídio de Getúlio Vargas, em 1954. Sede do Poder Republicano por quase de 64 anos, 18 presidentes utilizaram suas instalações e coube a Juscelino Kubitschek encerrar a era presidencial do edifício, com a transferência da capital federal para Brasília em 21 de abril de 1960. O Palácio do Catete passou então a ser organizado para abrigar o Museu da República, inaugurado em 15 de novembro do mesmo ano. Reserve um tempo para conhecer os detalhes internos do Palácio do Catete e para caminhar pelos jardins. Há também um parquinho para as crianças aproveitarem todo o verde e a tranquilidade que o espaço oferece.

Cinemas Kinoplex São Luiz e Espaço Museu da República

O primeiro oferece salas stadium e VIP de poltronas reclináveis. O acesso ao cinema é pela galeria 311 da Rua do Catete, que conta com cafés e restaurantes para fazer um lanche após a sessão. Já o espaço Museu da República (dentro do Museu da República) conta com 75 lugares e é uma boa oportunidade para assistir a filmes e para estar em contato com a história do local.

Casa Julieta de Serpa

De uma história de amor nasceu o palacete, construído em 1920, onde hoje está instalada a Casa de Arte e Cultura Julieta de Serpa. Apaixonado pela mulher, Demócrito Lartigau Seabra, filho de importante família de comerciantes da época, quis dar de presente à sua esposa, Maria José, a mais bela casa do Rio de Janeiro. Para isso, contratou um arquiteto francês e mandou vir da Europa todas as peças de acabamento e de decoração (tapetes, quadros, prataria etc.). Em 2001, o palacete foi vendido para uma empresa que desejava demolir o local e construir um prédio. No entanto, o projeto não foi adiante porque a casa foi tombada em 1997 pelo Departamento Geral do Patrimônio Cultural da Secretaria Municipal de Cultura. Já em 2002, o educador e antiquário Carlos Alberto Serpa comprou o palacete para instalar uma casa de cultura que levou o nome de sua mãe Julieta de Serpa. Atualmente, a casa atrai muitos moradores do bairro, fascinados pela sua beleza e pelas atrações culturais como shows, teatro e exposições. É também um espaço muito procurado para realização de casamentos.

Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo)

Convertido em Centro Cultural em 1992, o Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho recebeu este nome em homenagem ao dramaturgo Oduvaldo Vianna Filho. Na programação estão oficinas de criação, exposições, teatro, vídeo instalações, performances, saraus, palestras e debates culturais. O prédio é mais um ícone arquitetônico do bairro do Flamengo. Fundado em 1916, mistura elementos de várias épocas. O Castelinho do Flamengo é um local que não pode faltar na sua programação.

Centro Cultural Oi Futuro

A programação do Oi Futuro valoriza a produção de vanguarda e a convergência entre arte contemporânea e tecnologia, além da gestão do Museu das Telecomunicações, pioneiro no uso da interatividade no Brasil, e de sua Reserva Técnica. O público vai encontrar espetáculos de teatro, exposições, programação infantil, além de um bistrô e de uma biblioteca.

Centro Cultural Arte Sesc 

A mansão Figner, ícone arquitetônico do século XX, abriga o centro cultural e o restaurante Bistrô do Senac. No Centro Cultural Arte Sesc são realizadas mostras temáticas de produções de longa e curta-metragem, leituras dramatizadas de novos talentos, projetos de música clássica e MPB, e lançamentos de livros.

Museu de Arte Moderna (MAM)

Criado em 1948, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro ocupou inicialmente as dependências do Banco Boavista, na Candelária. Em 1952, foi transferido para os pilotis do atual Palácio Gustavo Capanema, então Ministério da Educação e Cultura. Foi em 1954 que iniciou a construção da sede definitiva no Parque do Flamengo. Já foram realizadas mais de 1 mil exposições de artistas nacionais e estrangeiros. Hoje, a instituição tem cerca de doze mil obras, representando artistas brasileiros e estrangeiros. O MAM conta ainda com uma cinemateca, com acervo de 23 mil rolos, além de outras fontes de pesquisa relacionadas ao cinema (livros, catálogos, periódicos, recortes de jornais, cartazes, fotografias e roteiros originais). Também abriga um Centro de Memória, dedicado a reunir e a atualizar informações sobre arte brasileira e internacional para os estudiosos da área.

Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial (Monumento aos Pracinhas)

Parte importante do conjunto paisagístico do Parque do Flamengo, o Monumento aos Pracinhas presta homenagem à memória dos 467 soldados brasileiros mortos em combate durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália. Em 1960, seus restos mortais foram trazidos da Itália para o Brasil e depositados no mausoléu construído no subsolo do monumento. Uma curiosidade: todo primeiro domingo do mês de junho, agosto e outubro acontece a cerimônia da troca de guarda entre as três forças armadas: Exército, Marinha e Aeronáutica. No monumento há também um espaço onde estão expostos alguns objetos usados pelos pracinhas nas operações de guerra.

Monumento a Estácio de Sá

A obra do arquiteto Lúcio Costa faz uma homenagem ao fundador da cidade, Estácio de Sá. Em 2010, após permanecer fechado para obras de restauração e reforma durante três anos, foi inaugurado no Monumento a Estácio de Sá o Centro de Visitantes do Monumento. O local está equipado com computadores que podem ser usados para pesquisa e totens multimídias para turistas e cariocas conhecerem um pouco mais sobre a história do Rio. O centro oferece ainda auditório e um espaço para exposições de arte, fotografias, esculturas, pinturas, encenações e apresentações musicais.